2 de jun. de 2023

Grupo de WhatsApp para discussão de Segurança de Barragem

 Grupo de WhatsApp para discussão de Segurança de Barragem

Montamos um grupo de WhatsApp para discussão e troca de experiências sobre segurança de barragem no brasil:  

Acesse este link para entrar no grupo do WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/JN807mc55FTCPlE7lrhQw3

9 de jan. de 2021

O que são PCHs e CGHs e como funcionam?

 

O que são PCHs e CGHs e como funcionam?

Existem pequenas usinas no país que são capazes de suprir pequenas demandas de energia e atender a pequenas comunidades, além de proporcionarem o desenvolvimento local. Esses pequenos empreendimentos, que podem abastecer mais de mil estabelecimentos comerciais ou mesmo residenciais, são conhecidos como PCHs e CGHs. Continue lendo este post para entender como funcionam essas mini usinas. 

Mas afinal, o que é uma PCH?

Uma Pequena Central Hidrelétrica (PCH) é uma usina de porte pequeno que utiliza das águas dos rios para gerar energia elétrica. A PCH é considerada uma fonte de energia limpa, pois não libera os gases do efeito estufa e quase não provoca danos ao meio ambiente. 

Para a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), uma pequena usina é classificada como PCH quando sua potência varia entre 5 e 30 megawatts. Esse novo modelo de geração de energia começou a ser adotado nos anos finais da década de 90. 

Como funcionam as PCHs?

Para que a PCH funcione, é necessário a construção de uma barragem para represar as águas do rio, formando um reservatório. Dentro deste reservatório, a água é transportada por meio de tubulações para a casa de força, onde se encontram os equipamentos para a produção de energia, ou seja, para os sistemas de automação.

No sistema de automação, onde ficam os painéis de controle, a água é canalizada, chega a uma turbina e promove o giro do Rotor em torno do próprio eixo e produz a eletricidade. Durante todo o processo, não há perda da água utilizada e ele retorna aos rios por meio de canais de fugas.

Uma curiosidade é que 1000 casas podem ser alimentadas por cada megawatt, logo uma PCH pode alimentar entre 5 mil e 30 mil casas, dependendo da potência. 

O que é uma CGH?

As Centrais Geradoras Hidrelétricas, ou simplesmente, CGHs são as usinas com tamanho e capacidade ainda menores que as PCHs. Mas, assim como as Pequenas Centrais Geradoras, elas usam a pressão da água e sua força para geração de energia elétrica. 

Segundo definição da Aneel, uma usina é considerada como CGH quando sua potência varia entre 0 e 5 megawatts. 

Como funcionam as CGHs?

Tanto as CGHs como as PCHS possuem estrutura semelhante, com uma única diferença,  nas Centrais Geradoras Hidrelétricas, as barragens servem para garantir a operação da tomada de água.

A água captada por meio das tomada d’água é conduzida por meio de tubulações, e causa uma pressão no rotor da turbina, que gira em torno do eixo. Este movimento, por sua vez, é o responsável por transferir a energia mecânica em elétrica. Assim como nas PCHs, a água volta para os rios.

Um vídeo elaborado pela Abrapch mostra a diferença entre os dois modelos de geração de energia hidrelétrica. 

Benefícios das PCHs e CGHs

estação de energia elétrica

A geração da energia por meio das Pequenas Centrais Hidrelétricas possui as seguintes vantagens:

  1. É uma fonte limpa e renovável que causa pouco danos ambientais;
  2. Diminui a emissão de gases do efeito estufa na atmosfera, uma vez que os combustíveis fósseis são substituídos por outras fontes que agridem menos o meio ambiente;
  3. A construção é mais rápida, o que gera menos impacto na vida dos moradores locais;
  4. A geração de energia é descentralizada, logo não há gastos elevados com as linhas de transmissão de energia;
  5. A construção das PCHs gera empregos diretos e indiretos;
  6. Existe um desenvolvimento econômico das cidades onde adotam esse modelo de geração de energia;
  7. As PCHs também tem uma importante contribuição para as populações ribeirinhas, uma vez que regularizam a situação dos rios e promovem o desenvolvimento local. 

Assim como as PCHs, as Centrais Geradoras Hidrelétricas possuem algumas vantagens. Dentre elas, podemos citar:

  1. O processo é menos burocrático para investir nas CGHs, pois essas usinas com menor capacidade são dispensadas de concessão, permissão ou autorização;
  2. Os impactos ambientais também são menores, por exemplo, nas PCHs e CGHs, não podem acontecer nenhuma alteração nas áreas de preservação permanente próximas aos rios;
  3. Caso queira investir nesse modelo, o custo é muito baixo;
  4. Assim como nas PCHs, o processo de produzir energia é descentralizado e qualquer entidade pode investir nesse modelo.

Cenário das pequenas usinas no Brasil

o-que-sao-pchs-e-cghs
Fonte: Abrapch

Em relação às fontes energéticas, as PCHs estão em terceiro lugar na geração de energia brasileira, com cerca de 6 mil megawatts gerados. Segundo dados atualizados da Abrapch, nosso país tem 1.124 pequenas usinas que estão em operação e já contribuíram com a criação de 420 mil empregos.

Segundo a Associação, há uma previsão de que sejam investidos cerca de R$ 49 bilhões nos projetos de PCHs e CGHs.

Situação das PCHs e CGHs em cada estado brasileiro

No Brasil, cada estado brasileiro possui ao menos uma PCH e uma CGH. Confira na tabela a seguir, a quantidade das pequenas usinas presentes em cada local, segundo dados da Abrapch:

PCHsCGHs
Alagoas11
Amazonas81
Amapá56
Bahia3534
Ceará02
Espírito Santo1527
Goiás15179
Mato Grosso12860
Mato Grosso do Sul4125
Minas Gerais19493
Pará288
Paraíba11
Paraná128161
Pernambuco11
Rio de Janeiro48
Rio Grande do Sul92131
Rondônia53
Santa Catarina91143
São Paulo3325
Tocantins1919

Custos das PCHs e CGHs

Um pequeno estudo encomendado pela Abrapch demonstrou quais valores são gastos para gerar energia por meio desses modelos.

Segunda a pesquisa, o custo por megawatts (Mw) produzido pelas pequenas usinas entre os anos de 2010 e 2017 foi de R$ 225 megawatt/hora. Esse valor ficou abaixo apenas dos custos das grande hidrelétricas, que foi de R$ 143 megawatt / hora.

Agora que já compreendeu o que são PCHs e CGHs e quais benefícios e vantagens, deixe nos comentários sua opinião sobre a adoção dessas pequenas usinas para gerar energia. Gostou do conteúdo? Compartilhe com seus amigos no facebook!

3 de jan. de 2021

O que é uma PCH (Pequena Central Hidrelétrica)?

 

O que é uma PCH (Pequena Central Hidrelétrica)?

Postado em: 24 de maio de 2018

Pequena Central Hidrelétrica - PCH Senhora do Porto - Hidroenergia

PCHs são hidrelétricas de pequeno porte. Ou seja, empreendimentos que utilizam a força da água para geração de energia elétrica.

Qual a estrutura de uma PCH? quais características precisa ter uma usina para se enquadrar nessa classificação? quanto de energia ela produz? o que é possível alimentar com a energia gerada? tudo o que você precisa saber a respeito de uma Pequena Central Hidrelétrica, neste texto!

Como funciona uma PCH?

 

Uma Pequena Central Hidrelétrica funciona da seguinte forma:

É construída uma barragem no rio com o objetivo de represar a água, formando um reservatório, quase como um lago.

A agua é captada desse reservatório e levada através de tubulações para a casa de força – uma edificação onde ficam as turbinas e geradores que vão transformar a pressão da água da barragem em movimento e esse movimento em energia elétrica.

É na casa de força também que ficam os painéis de controle da usina (sistema de automação). Esse sistema de automação gerencia a velocidade e a tensão dos equipamentos, através do controle de entrada de água nas turbinas e abertura e fechamento das pás de alguns modelos de turbinas.

Nas tubulações encontram-se os diversos sistemas de controle da usina (os chamados Hidromecânicos) como válvulas e comportas para fechar e abrir a entrada de água, grades para evitar a passagem de galhos, pedras e outros objetos que podem danificar as turbinas, equipamentos para limpeza dessas grades, enfim, diversos itens que garantem a segurança e manutenção da PCH.

 

Quais normas definem o que é uma PCH?

 

No Brasil, quem estipula as normas para a área de energia elétrica – inclusive para geração de energia – é a Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL, que publicou no dia 22 de Novembro de 2016 a Resolução Normativa N° 745, atualizando as normas para empreendimentos de Geração de Energia, inclusive as PCHs.

Através desse documento foram reestabelecidos as características necessárias para que uma geradora de energia hidrelétrica seja considerada PCH e também os procedimentos necessários para receber a outorga de Pequena Central Hidrelétrica.

De forma resumida, a atualização da resolução diz que é considerado Pequena Central Hidrelétrica todo empreendimento de geração de energia com potência entre 5MW e 30MW – leia-se potência como a quantidade de energia gerada por hora de funcionamento com a hidrelétrica operando na sua capacidade máxima – e com área de reservatório de até 13km².

Nos documentos publicados anteriormente a ANEEL limitava o reservatório da PCH em 3km² e a potência entre 1MW e 30MW.

Essa pode ser considerada uma mudança importante para quem investe em Geração de Energia, pois muitos empreendimentos que antes eram considerados como Usinas Hidrelétricas (UHE), agora são consideradas PCHs, ou seja, a burocracia para sua construção é muito menor.

Em um próximo artigo vamos falar mais sobre as UHEs (Usinas Hidrelétricas) e neste artigo falamos sobre as CGHs (Centrais Geradoras Hidrelétricas).

 

O que dá pra alimentar com a energia gerada em uma PCH?

 

A cada 1MW de potência instalada em uma Pequena Central Hidrelétrica, é possível alimentar aproximadamente 1.000 casas. Sendo assim, podemos afirmar que dá pra alimentar entre 5.000 e 30.000 casas com a energia gerada em uma PCH!

29 de set. de 2020

FREQUENCIAS PARA MODOS DIGITAIS BANDA HF

 PSK, RTTY, MFSK, JT65, JT9, FT8, FT4 e JS8CALL Frequências

JT65, JT9, FT8, FT4 e JS8CALL são definidas pelos desenvolvedores do modo para a Região 1
PSK, RTTY e MFSK não são críticas, mas geralmente as estações são ouvidas nestes frequências

Vistas e sons de modos digitais (site de W1HKJ)


 

PSK

160m1.838
80m3.580
40m7.040
30m10.141
20m14.070
17m  18,103
15m21.070
12m24.920
10m28.070
28.120
6m
50,305



RTTY

80m3,590
40m7.043
30m
10,143
20m14.083
17m
18,106
15m21.080
12m
24.925
10m28.080
6m
50.600

 


MFSK
(MFSK16, OLIVIA 8/250, CONTESTIA 8/250 etc)

160m1.838,50
80m3,582,50
40m7.042,50
30m10.141
20m14.072.50
17m  18,103
15m21.086.50
12m24.921,50
10m28.072.50
6m



JT65

160m1.838
80m3.570
40m7.076
30m10,138
20m14.076
17m18,102
15m21.076
12m24.917
10m28.076
6m
50.310



JT9

160m1.839
80m3,572
40m7.078
30m10.140
20m14.078
17m18,104
15m21.078
12m24.919
10m28.078
6m50.312



FT8

160m1.840
80m3,573
60m
5,357
40m7.074
30m10,136
20m14.074
17m18,100
15m21.074
12m24.915
10m28.074
6m
50.313
50.323 - intercontinental



FT4

160m
80m3,575
60m

40m7.047,50
30m10.140
20m14.080
17m18,104
15m21,140
12m24.919
10m28,180
6m
50,318



JS8CALL

160m1.842
80m3,578
60m

40m7.078
30m10,130
20m14.078
17m18,104
15m21.078
12m24.922
10m28.078
6m
50,318

23 de jul. de 2020

Radio Boca Livre www.radiobocalivre.org



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11 de jul. de 2020

Conteste / Award Papa Delta Internacional DX Group 11 meter band

A partir do dia 11/07/2020 até o dia 31/12/2020, aos Sábados e Domingos, estaremos QRV na Frequência de 27.765 USB, com o CONTESTE alusivo ao reinício das transmissões do Grupo Rádio Brasil  *PAPA DELTA*. Veja como participar e receber o DIPLOMA em

http://papadelta.com.br/forum/topic/conteste-grupo-papa-delta/#postid-22

9 de jul. de 2020

Alda Niemeyer (PP5ASN) comemora seu 100º aniversário

Alda Niemeyer (PP5ASN) comemora seu 100º aniversário

A PP5ASN Alda Schlemm Niemeyer, ou Vovo Alda, (vovó Alda), como é carinhosamente conhecida no mundo amador das rádios brasileiras, comemorou seu centésimo aniversário em 18 de maio de 2020.
Nasceu em Joinville em 18 de maio de 1920 e cresceu em Curitiba, Brasil.
Em 1939, aos 19 anos, Alda, sua irmã e mãe foram para a Alemanha em um intercâmbio cultural. Com a eclosão da Segunda Guerra Mundial, o que deveria ter sido uma jornada de alguns meses, transformou-se em uma estadia de 9 anos. Eles não puderam retornar ao Brasil, pois não havia mais navios por causa da guerra.
Como estrangeiros, eles eram obrigados a prestar serviços civis. Alda fez um curso de enfermagem e trabalhou para a Cruz Vermelha. de um consultório odontológico, Alda se casou na Alemanha e teve três filhos. Ela sobreviveu ao pior bombardeio da Segunda Guerra, em fevereiro de 1945, na cidade alemã de Dresden, onde morava. Apesar de sua casa ser destruída pelas chamas e ser atingida na cabeça por um pedaço de tijolo - que a cegou por três semanas - Alda sobreviveu, junto com sua irmã e uma criança pequena.
Ela conseguiu voltar ao Brasil em 1947, dois anos após o fim da guerra. Em 1950, ela se separou de Günter Hermann Schierz e, em 1956, tornou-se viúva. Ela se casou com o médico Érico Niemeyer e eles se mudaram para Blumenau em 1956. Ela tinha outros 3 filhos com ele. Ela compartilhou 55 anos de casamento com o Dr. Niemeye até sua morte, em 4 de outubro de 2003, aos 77 anos. Ela é avó de 13 netos e 5 bisnetos.
Ela se interessou pelo rádio amador em 1976 (56 anos), obtendo uma licença da Classe C e o indicativo PY5WGG. Em 1978, ela atualizou para uma licença de Classe B, recebendo o indicativo PP5ASN. Em 1980, obteve uma licença de Classe A, mantendo o mesmo indicativo, que ela continua detendo hoje. É membro ativa do Clube de Rádio Amador de Blumenau desde 1976. Alda participou da primeira expedição de radioamadores femininos realizada no Brasil para Ilha Comprida-SP, perto da cidade de Iguape, no período de 29 de outubro a 2 de novembro de 1998. (78 anos), com a chamada PS2S ign na CW e PR2YL na SSB, juntamente com as colegas Elza Cobra de Moraes PY2DHP, Afonsina Teixeira Salema PY2ATL, Adriana Gabardo PY5NT, Therezinha MA Félix Cardoso (Teresa) PT2TF, Alexandra Blumtritt PY2KTT e Arilda Gabriela PY5OA.
Aos 84 anos, ela recebeu um convite para viajar para a Noruega como membro da equipe de expedição dx que operou em “Morokulien” por 14 dias, de 27 de julho a 9 de agosto de 2004. Morokulien é uma estação de rádio amador na fronteira entre a Noruega e Suécia. O indicativo especial para o lado norueguês é LG5LG, e o indicativo especial para o lado sueco é SJ9W.
 
No entanto, Alda considera que seu trabalho mais importante como amador de rádio seja nos anos de 1983 e 1984, quando Blumenau foi quase destruída por duas trágicas inundações. Sua coragem como mulher e radioamadora pode ser vista nas páginas de “SOS Enchente - Um Vale Pede Socorro”, um livro publicado em 1995, do qual ela é coautora. Atualmente esgotado, o livro é um relato documental e fotográfico das atividades de radioamadores durante as inundações de 1983 e 1984.
A inundação de 1983, que inundou sua própria casa, incentivou seu compromisso com a Defesa Civil. A vovó Alda (como é conhecida no rádio) instalou suas antenas no prédio da então EMBRATEL (empresa brasileira de telecomunicações). De lá, ela conseguiu mobilizar apoio vital para a cidade de Blumenau. Vacinas foram transportadas pela Força Aérea, doações de milhares de litros de água potável recebidas, suprimentos médicos, roupas e alimentos obtidos; incluindo muitas toneladas de doações de amigos amadores da Alemanha. Ela ajudou a estabelecer a comunicação não apenas entre os órgãos oficiais, mas também providenciou que a ajuda fosse recebida de indivíduos.
Imagine um tempo antes da existência de câmeras digitais, telefones celulares e computadores; quando telefones fixos (linhas fixas) mal funcionavam. Dona Alda (63 anos) era, no entanto, igual à tarefa e tão implacável quanto as inundações em suas atividades no rádio.
 
Roberto Landell de Moura  (1861-1928) era um padre brasileiro e um cientista. No final do século XIX, ele realizou experimentos para transmitir a voz humana a longas distâncias sem o auxílio de fios ou cabos. O padre Landell de Moura foi um pioneiro da radiodifusão.
Como radioamadora, Alda Niemeyer (PP5ASN) se destacou na divulgação da vida e obra do padre e cientista católico Roberto Landell de Moura, nacional e na Europa. Traduziu para o alemão o livro - O Outro Lado das Telecomunicações - A Saga do Padre Landell, de B. Hamilton Almeida. O livro foi lançado em Dortmund, Alemanha, em maio de 1995. Como resultado, amadores de rádio na Alemanha e na Áustria aprenderam sobre a vida e obra de amadores de rádio no Brasil. Por seu trabalho em torno do trabalho e da vida de Padre Moura, Alda recebeu o elogio de “A Ordem dos Radioamadores, Padre Roberto Landell de Moura”.
 
Ela escreveu vários artigos sobre o radioamador, em português e alemão. Participou de muitos Jamborees on the Air e, desde a sua criação, participa do concurso local ENCARA. Ela recebeu inúmeros cartões QSL de eventos especiais de todo o mundo, embora alguns tenham sido perdidos durante as enchentes. Ela guarda com carinho os muitos diplomas e troféus nacionais e internacionais concedidos a ela através dos anos.
Participou do Campeonato Mundial de Equipas de Radiosport 2006 em Florianópolis, SC. (86 anos).
Recebeu a Comenda da Ordem dos Radioamadores Padre Landell de Moura e uma Comenda da Assembléia Legislativa de Santa Catarina. Em novembro de 2012, recebeu 'Ministro da Medalha de Defesa Civil' do Ministro da Integração Nacional. Em setembro de 2013, recebeu o título de “Cidadão Honorário” da Câmara Municipal de Blumenau.
Seu entusiasmo é contagioso e ela sempre tem uma palavra pronta de encorajamento. Carismático e comunicativo, o “Vovo Alda” vive no coração de muitas pessoas em Blumenau, no Brasil e no mundo.
Aos 95 anos, ela estava preparando Stollern (pão doce de Natal alemão) para quando a família, incluindo netos e bisnetos, se reunissem em sua casa para comemorar o Natal. O escritor (link abaixo) até incluiu a receita!
 
(Este artigo foi reproduzido com a gentil permissão de Heather Holland [YL Beam]).

Fonte: Labre e M0OXO.com

Apresentando o Treinador de Indicativos CW4EVER radioamadorismo

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