INTERNATIONAL RÁDIO DX GROUP - DIVISION BRASIL
3IR343 - ALVES
Info:
INDIRIZZO | GRID | DXCC | CQZONE | ITUZONE | CONT | PAES | ||
JATAI / GOIÁS BRAZIL | GH42dd | 108 | 11 | 12, 13, 15 | SA | BR |
3IR343 - ALVES
Info:
INDIRIZZO | GRID | DXCC | CQZONE | ITUZONE | CONT | PAES | ||
JATAI / GOIÁS BRAZIL | GH42dd | 108 | 11 | 12, 13, 15 | SA | BR |
Hora (PY) | Freq. | Banda | Rodada | Periodo | |
04:30-05:30 | 7.164 | 40 mts | Rodada da Chaleira | diária | |
05:00-09:00 | 7.070 | 40 mts | Rodada Verde e Amarelo | diária | |
05:30-06:30 | 7.164 | 40 mts | Rodada Cafezinho da Manhã | diária | |
06:00-07:30 | 7.140 | 40 mts | Rodada QAP Sergipano | diária | |
06:00-07:00 | 7.130 | 40 mts | Rodada QTR de Maceió | diária | |
06:00-08:00 | 7.052 | 40 mts | Rodada do Chimarrão | diária | |
06:30-07:30 | 7.200 | 40 mts | Rodada Bonfinense | diária | |
07:00- | 7.063 | 40 mts | Rodada dos Mandioqueiros | diária | |
07:00-08:00 | 7.157 | 40 mts | Rodada do Thomaz | diária | |
07:00-08:00 | 3.775 | 80 mts | Rodada Vale do Paraíba | 2a. a 6a. feira | |
07:00-08:30 | 7.135 | 40 mts | Rodada do Beco | diária | |
07:00-09:00 | 7.087 | 40 mts | Rodada Curriola da Banda | diária | |
07:00-09:00 | 3.616 | 80 mts | Rodada Munhecas | diária | |
07:30-08:30 | 7.180 | 40 mts | Rodada dos Ecléticos | diária | |
08:30-09:00 | 7.123 | 40 mts | Rodada do DNA (data nasc antiga) | diária | |
09:00-10:00 | 7.060 | 40 mts | Rodada Rosa Cruz de Serviços | 3as feiras | |
10:00-11:00 | 7.099 | 40 mts | Rodada Amigos do Zezé | 2a. a 6a. feira | |
10:30-12:30 | 7.120 | 40 mts | Rodada Trem das Onze | diária | |
12:00-13:00 | 7.055 | 40 mts | Rodada Patrulha do Meio Dia | diária | |
12:00-13:00 | 7.065 | 40 mts | Rodada Integração Regional | diária | |
12:00-13:00 | 7.087 | 40 mts | Rodada da Simpatia | 2a. a sáb. | |
12:00-13:00 | 7.060 | 40 mts | Rodada do Ibiapaba | 2a. a 6a feira | |
12:30-14:00 | 7.160 | 40 mts | Rodada do Atalaia | diária | |
14:00-16:00 | 7.090 | 40 mts | Rodada Patrulha Baden Powell | Sábados | |
14:00-15:00 | 7.055 | 40 mts | Rodada do Pelicano | sábados | |
15:00-16:00 | 14.205 | 20 mts | Rodada do Pelicano | sábados | |
17:30-19:00 | 7.093 | 40 mts | Rodada QSU do Planalto | diária | |
18:00-19:30 | 3.755 | 80 mts | Rodada Encontro de Amigos | diária | |
18:00- | 3.729 | 80 mts | Rodada Trago da Amizade | diária | |
18:00-19:00 | 7.072,5 | 40 mts | Rodada Bahia de Todos os Santos | 2a. a Sábado | |
18:00-20:00 | 28.390 | 10 mts | Rodada Patrulha Baden Powell | Sábados | |
20:00-22:00 | 3.740 | 80 mts | Rodada Patrulha Baden Powell | 4a feiras | |
20:00-21:00 | 3.680 | 80 mts | Rodada do Pelicano | domingos | |
20:00-22:00 | 7.090 | 40 mts | Rodada Patrulha Baden Powell | 4a feiras | |
20:30-22:30 | 7.070 | 40 mts | Rodada Terra dos Marechais | 2ª a 6ª | |
21:00- | 7.067 | 40 mts | Rodada Feirense | 2a. a Sábado | |
21:00- | 146,880 | 2 mts | Rodada das Flores (YL) | 2a. a 6a. feira | |
21:00- | 3.700 | 80 mts | Rodada Rede Bras. Amizade | diária | |
21:00-22:00 | 7.087 | 40 mts | Rodada Boteco do Chopp Gelado | diária | |
21:00-22:00 | 145.410 | 2 mts | Rodada do Milênio | diária (SC-RS) | |
21:00-22:00 | 7.075 | 40 mts | Rodada Sentinelas da Amazônia | 2a. a 6a. feira | |
21:00- | 21.250 | 15 mts | Rodada do Beco | diária | |
21:00- | 7.89 | 40 mts | Rodada Vai quem quer | diária | |
21:00- | 7.063 | 40 mts | Rodada do Pantanal | fora do ar??? | |
22:00- | 7.087 | 40 mts | Rodada da madrugada | diária |
PROGRAMA PARA CONTATO FT8 - MODOS DIGITAIS
Janelas:
https://drive.google.com/drive/folders/1nO87qOw_vnX6bNmd3HwmQ7terUwaWbsS?usp=drive_link
NetTime é um cliente Simple Network Time Protocol (SNTP) para Windows 95/98/Me/NT/2000/XP/Vista/7/8/10 e Server 2003/2008/2012/2016. (sistemas operacionais de 32 e 64 bits são suportados)
Se você está procurando um programa para manter a hora do sistema precisa, acabou de encontrá-lo!
Seus principais atributos são:
NetTime foi originalmente escrito por Graham Mainwaring em 1997 com um lançamento de código aberto feito em 1998. Graham fez uma série de atualizações no programa até perder o interesse e finalmente abandonar o projeto oficialmente em 1º de julho de 2004.
O projeto NetTime foi ressuscitado por mim, Mark Griffiths, e agora estou disponibilizando uma versão atualizada aqui:
Se você achar o NetTime útil, considere fazer uma doação para mostrar seu agradecimento e incentivar o desenvolvimento do NetTime!
Versão 3.14 - Versão Estável Atual:
Versão 3.20 Alpha 1 - Versão de teste anterior:
Versão 3.20 Alpha 3 - Versão de teste mais recente:
Versões anteriores, bem como o código-fonte, podem ser baixados da página do projeto SourceForge
Grupo de WhatsApp para discussão de Segurança de Barragem
Montamos um grupo de WhatsApp para discussão e troca de experiências sobre segurança de barragem no brasil:
Acesse este link para entrar no grupo do WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/JN807mc55FTCPlE7lrhQw3
Existem pequenas usinas no país que são capazes de suprir pequenas demandas de energia e atender a pequenas comunidades, além de proporcionarem o desenvolvimento local. Esses pequenos empreendimentos, que podem abastecer mais de mil estabelecimentos comerciais ou mesmo residenciais, são conhecidos como PCHs e CGHs. Continue lendo este post para entender como funcionam essas mini usinas.
Uma Pequena Central Hidrelétrica (PCH) é uma usina de porte pequeno que utiliza das águas dos rios para gerar energia elétrica. A PCH é considerada uma fonte de energia limpa, pois não libera os gases do efeito estufa e quase não provoca danos ao meio ambiente.
Para a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), uma pequena usina é classificada como PCH quando sua potência varia entre 5 e 30 megawatts. Esse novo modelo de geração de energia começou a ser adotado nos anos finais da década de 90.
Para que a PCH funcione, é necessário a construção de uma barragem para represar as águas do rio, formando um reservatório. Dentro deste reservatório, a água é transportada por meio de tubulações para a casa de força, onde se encontram os equipamentos para a produção de energia, ou seja, para os sistemas de automação.
No sistema de automação, onde ficam os painéis de controle, a água é canalizada, chega a uma turbina e promove o giro do Rotor em torno do próprio eixo e produz a eletricidade. Durante todo o processo, não há perda da água utilizada e ele retorna aos rios por meio de canais de fugas.
Uma curiosidade é que 1000 casas podem ser alimentadas por cada megawatt, logo uma PCH pode alimentar entre 5 mil e 30 mil casas, dependendo da potência.
As Centrais Geradoras Hidrelétricas, ou simplesmente, CGHs são as usinas com tamanho e capacidade ainda menores que as PCHs. Mas, assim como as Pequenas Centrais Geradoras, elas usam a pressão da água e sua força para geração de energia elétrica.
Segundo definição da Aneel, uma usina é considerada como CGH quando sua potência varia entre 0 e 5 megawatts.
Tanto as CGHs como as PCHS possuem estrutura semelhante, com uma única diferença, nas Centrais Geradoras Hidrelétricas, as barragens servem para garantir a operação da tomada de água.
A água captada por meio das tomada d’água é conduzida por meio de tubulações, e causa uma pressão no rotor da turbina, que gira em torno do eixo. Este movimento, por sua vez, é o responsável por transferir a energia mecânica em elétrica. Assim como nas PCHs, a água volta para os rios.
Um vídeo elaborado pela Abrapch mostra a diferença entre os dois modelos de geração de energia hidrelétrica.
A geração da energia por meio das Pequenas Centrais Hidrelétricas possui as seguintes vantagens:
Assim como as PCHs, as Centrais Geradoras Hidrelétricas possuem algumas vantagens. Dentre elas, podemos citar:
Em relação às fontes energéticas, as PCHs estão em terceiro lugar na geração de energia brasileira, com cerca de 6 mil megawatts gerados. Segundo dados atualizados da Abrapch, nosso país tem 1.124 pequenas usinas que estão em operação e já contribuíram com a criação de 420 mil empregos.
Segundo a Associação, há uma previsão de que sejam investidos cerca de R$ 49 bilhões nos projetos de PCHs e CGHs.
No Brasil, cada estado brasileiro possui ao menos uma PCH e uma CGH. Confira na tabela a seguir, a quantidade das pequenas usinas presentes em cada local, segundo dados da Abrapch:
PCHs | CGHs | |
Alagoas | 1 | 1 |
Amazonas | 8 | 1 |
Amapá | 5 | 6 |
Bahia | 35 | 34 |
Ceará | 0 | 2 |
Espírito Santo | 15 | 27 |
Goiás | 151 | 79 |
Mato Grosso | 128 | 60 |
Mato Grosso do Sul | 41 | 25 |
Minas Gerais | 194 | 93 |
Pará | 28 | 8 |
Paraíba | 1 | 1 |
Paraná | 128 | 161 |
Pernambuco | 1 | 1 |
Rio de Janeiro | 4 | 8 |
Rio Grande do Sul | 92 | 131 |
Rondônia | 5 | 3 |
Santa Catarina | 91 | 143 |
São Paulo | 33 | 25 |
Tocantins | 19 | 19 |
Um pequeno estudo encomendado pela Abrapch demonstrou quais valores são gastos para gerar energia por meio desses modelos.
Segunda a pesquisa, o custo por megawatts (Mw) produzido pelas pequenas usinas entre os anos de 2010 e 2017 foi de R$ 225 megawatt/hora. Esse valor ficou abaixo apenas dos custos das grande hidrelétricas, que foi de R$ 143 megawatt / hora.
Agora que já compreendeu o que são PCHs e CGHs e quais benefícios e vantagens, deixe nos comentários sua opinião sobre a adoção dessas pequenas usinas para gerar energia. Gostou do conteúdo? Compartilhe com seus amigos no facebook!
Postado em: 24 de maio de 2018
PCHs são hidrelétricas de pequeno porte. Ou seja, empreendimentos que utilizam a força da água para geração de energia elétrica.
Qual a estrutura de uma PCH? quais características precisa ter uma usina para se enquadrar nessa classificação? quanto de energia ela produz? o que é possível alimentar com a energia gerada? tudo o que você precisa saber a respeito de uma Pequena Central Hidrelétrica, neste texto!
Uma Pequena Central Hidrelétrica funciona da seguinte forma:
É construída uma barragem no rio com o objetivo de represar a água, formando um reservatório, quase como um lago.
A agua é captada desse reservatório e levada através de tubulações para a casa de força – uma edificação onde ficam as turbinas e geradores que vão transformar a pressão da água da barragem em movimento e esse movimento em energia elétrica.
É na casa de força também que ficam os painéis de controle da usina (sistema de automação). Esse sistema de automação gerencia a velocidade e a tensão dos equipamentos, através do controle de entrada de água nas turbinas e abertura e fechamento das pás de alguns modelos de turbinas.
Nas tubulações encontram-se os diversos sistemas de controle da usina (os chamados Hidromecânicos) como válvulas e comportas para fechar e abrir a entrada de água, grades para evitar a passagem de galhos, pedras e outros objetos que podem danificar as turbinas, equipamentos para limpeza dessas grades, enfim, diversos itens que garantem a segurança e manutenção da PCH.
No Brasil, quem estipula as normas para a área de energia elétrica – inclusive para geração de energia – é a Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL, que publicou no dia 22 de Novembro de 2016 a Resolução Normativa N° 745, atualizando as normas para empreendimentos de Geração de Energia, inclusive as PCHs.
Através desse documento foram reestabelecidos as características necessárias para que uma geradora de energia hidrelétrica seja considerada PCH e também os procedimentos necessários para receber a outorga de Pequena Central Hidrelétrica.
De forma resumida, a atualização da resolução diz que é considerado Pequena Central Hidrelétrica todo empreendimento de geração de energia com potência entre 5MW e 30MW – leia-se potência como a quantidade de energia gerada por hora de funcionamento com a hidrelétrica operando na sua capacidade máxima – e com área de reservatório de até 13km².
Nos documentos publicados anteriormente a ANEEL limitava o reservatório da PCH em 3km² e a potência entre 1MW e 30MW.
Essa pode ser considerada uma mudança importante para quem investe em Geração de Energia, pois muitos empreendimentos que antes eram considerados como Usinas Hidrelétricas (UHE), agora são consideradas PCHs, ou seja, a burocracia para sua construção é muito menor.
Em um próximo artigo vamos falar mais sobre as UHEs (Usinas Hidrelétricas) e neste artigo falamos sobre as CGHs (Centrais Geradoras Hidrelétricas).
A cada 1MW de potência instalada em uma Pequena Central Hidrelétrica, é possível alimentar aproximadamente 1.000 casas. Sendo assim, podemos afirmar que dá pra alimentar entre 5.000 e 30.000 casas com a energia gerada em uma PCH!
PSK, RTTY, MFSK, JT65, JT9, FT8, FT4 e JS8CALL Frequências
JT65, JT9, FT8, FT4 e JS8CALL são definidas pelos desenvolvedores do modo para a Região 1
PSK, RTTY e MFSK não são críticas, mas geralmente as estações são ouvidas nestes frequências
Vistas e sons de modos digitais (site de W1HKJ)
PSK
160m | 1.838 |
80m | 3.580 |
40m | 7.040 |
30m | 10.141 |
20m | 14.070 |
17m | 18,103 |
15m | 21.070 |
12m | 24.920 |
10m | 28.070 28.120 |
6m | 50,305 |
RTTY
80m | 3,590 |
40m | 7.043 |
30m | 10,143 |
20m | 14.083 |
17m | 18,106 |
15m | 21.080 |
12m | 24.925 |
10m | 28.080 |
6m | 50.600 |
MFSK
(MFSK16, OLIVIA 8/250, CONTESTIA 8/250 etc)
160m | 1.838,50 |
80m | 3,582,50 |
40m | 7.042,50 |
30m | 10.141 |
20m | 14.072.50 |
17m | 18,103 |
15m | 21.086.50 |
12m | 24.921,50 |
10m | 28.072.50 |
6m |
JT65
160m | 1.838 |
80m | 3.570 |
40m | 7.076 |
30m | 10,138 |
20m | 14.076 |
17m | 18,102 |
15m | 21.076 |
12m | 24.917 |
10m | 28.076 |
6m | 50.310 |
JT9
160m | 1.839 |
80m | 3,572 |
40m | 7.078 |
30m | 10.140 |
20m | 14.078 |
17m | 18,104 |
15m | 21.078 |
12m | 24.919 |
10m | 28.078 |
6m | 50.312 |
FT8
160m | 1.840 |
80m | 3,573 |
60m | 5,357 |
40m | 7.074 |
30m | 10,136 |
20m | 14.074 |
17m | 18,100 |
15m | 21.074 |
12m | 24.915 |
10m | 28.074 |
6m | 50.313 50.323 - intercontinental |
FT4
160m | |
80m | 3,575 |
60m | |
40m | 7.047,50 |
30m | 10.140 |
20m | 14.080 |
17m | 18,104 |
15m | 21,140 |
12m | 24.919 |
10m | 28,180 |
6m | 50,318 |
JS8CALL
160m | 1.842 |
80m | 3,578 |
60m | |
40m | 7.078 |
30m | 10,130 |
20m | 14.078 |
17m | 18,104 |
15m | 21.078 |
12m | 24.922 |
10m | 28.078 |
6m | 50,318 |